17 de fev. de 2020

Informamos que a partir de amanhã (18/02) reabriremos o Parque Nacional do Caparaó para visitação, que poderá ser realizada exclusivamente pela portaria de Alto Caparaó- MG.
Também serão reabertos os acampamentos do Terreirão e Tronqueira.
O acesso pela portaria de Pedra Menina- ES permanece fechado por tempo indeterminado. Estamos trabalhando junto a um grupo formado por moradores e representantes do trade turístico  de Pedra Menina para viabilizar o acesso até um determinado ponto da estrada.
Agradecemos o envolvimento da comunidade, condutores de visitantes, jeepeiros, trade turístico de Alto Caparaó,  poder público de Alto Caparaó, funcionários e todos aquele(a)s que contribuíram para que este bem natural, patrimônio de toda a sociedade,  pudesse ser reaberto à visitação.

Fonte: https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1884168338375039&id=210882182370338

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 @ Parque Nacional do Caparaó

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Nos dias 18,19 e 20 de Fevereiro teremos palestras no nosso auditório do PARNASO, em parceria com o Sesc.
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🌎Venha participar, este será um evento inteiramente gratuito com o intuito de conscientizar sobre a educação ambiental.
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Esperamos vocês! 💚
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@parnaso_oficial
@voluntariadoicmbioparnaso
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5 lugares próximos de São Paulo para fugir do Carnaval

A Fundação Florestal, órgão da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo para a conservação e a produção Florestal do Estado, fez uma seleção com destinos próximos a capital para quem quer fugir para as montanhas durante o Carnaval. Se procura sossego neste período, esse post é pra você!
Entre as opções estão o Parque Estadual Campos do Jordão, o Monumento Natural Estadual Pedra do Baú e a APA São Francisco Xavier, todos na Serra da Mantiqueira, além dos Núcleos Cunha e Santa Virgínia no Parque Estadual da Serra do Mar. Esses ambientes possuem vegetação de campos de altitude e mata nebular e uma fauna que conta com mais de 186 espécies de aves catalogadas e animais ameaçados de extinção, como a onça parda, a jaguatirica e o papagaio-de-peito-roxo.
É válido lembrar que existem normas para visitação desses espaços protegidos e o respeito a elas é fundamental para garantir tanto a preservação dos locais quanto o sucesso do passeio.
Não é permitida a entrada de animais domésticos. É proibido fazer fogueiras, churrasco, queima de fogos ou qualquer ato que possa provocar incêndio no interior da Unidade de Conservação.
A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, que gerencia todas as áreas protegidas do Estado, também orienta aos visitantes não retirar espécies vegetais, animais ou qualquer outro item da natureza. Apenas os resíduos gerados durante o passeio devem ser coletados e levados de volta para descarte adequado.

1. Parque Estadual Campos do Jordão (PECJ)

Para quem gosta do ar puro e do friozinho da montanha, o PE Campos do Jordão é o local ideal. Primeiro parque do Estado, o PECJ apresenta um patrimônio natural riquíssimo e sua história guarda um estreito elo com o desenvolvimento econômico paulista, principalmente a partir das culturas florestais madeireiras.
Sugestões de passeio: Trilha Monteiro Lobato (indicada para passeios com as crianças, com referências à obra do escritor), Trilha das Quatro Pontes, Trilha Cachoeira do Galharada, Trilha do Rio Sapucaí, Trilha Celestina e a Trilha dos Campos, que serpenteia pela Mata Atlântica com Araucárias e Campos de Altitude até atingir 1.900 m de altitude, que confere uma visão panorâmica para o Vale do Paraíba.
Município: Campos do Jordão
Avenida Pedro Paulo, s/n – Horto Florestal
Distância de São Paulo: 199 km
Fone: (12) 3663-3762
e-mail: pe.camposdojordao@fflorestal.sp.gov.br
Horário: de segunda a domingo, das 9h às 17h
Ingresso: R$ 16 (exceto às quartas-feiras)
Foto: Fundação Florestal.

2. Monumento Natural Estadual (MONA) Pedra do Baú

Quem optar por Campos do Jordão no feriado não deve deixar de dar um pulinho até São Bento do Sapucaí e conhecer o Monumento Natural Estadual (MONA) Pedra do Baú. Formado por um fantástico Complexo Rochoso, situado no meio da exuberante Mata Atlântica, da qual restam aproximadamente 8% da sua porção original, o monumento está encravado na Serra da Mantiqueira e é considerado um dos principais pontos de escalada técnica do estado de São Paulo.
Sugestões de passeio: Trilha do Bauzinho, Trilha do Baú e Trilha da Ana Chata.
Município: São Bento do Sapucaí
Estrada Municipal do Bauzinho, km 6 – Bairro Paiol Grande
Distância de São Paulo: 198 km
Fone: (12) 3663-1977
e-mail: mona.pedradobau@fflorestal.sp.gov.br
Horário: de segunda a domingo, das 8h às 18h
Ingresso: R$ 10
Foto: Fundação Florestal.

3. Parque Estadual Serra do Mar (PESM) – Núcleo Cunha

O Núcleo Cunha do PESM protege importante remanescente de matas nebulares, a mais de mil metros de altitude, com árvores de grande porte como cedro, peroba, maçaranduba e araucária, que abrigam bromélias, orquídeas e samambaias. Suas florestas preservam importantes mananciais para o abastecimento de água das cidades do Vale do Paraíba e até mesmo do Rio de Janeiro. Suas florestas abrigam muitas espécies exclusivas em risco de extinção, como o sagui-da-serra-escuro, o mono-carvoeiro e o sauá, e aves como o macuco, a jacutinga, a saudade, o cuiú-cuiú, o negrinho- do –mato, o pavó e o gavião-de-penacho.
Sugestões de passeio: Trilha do Rio Bonito, Trilha das Cachoeiras e Trilha do Rio Paraibuna.
Município: Cunha
Estrada Municipal do Bairro do Paraibuna, km 20 – Bairro Paraibuna
Distância de São Paulo: 250 km
Fones: (12) 3111-2353 / (12) 3111-1818
E-mail: pesm.cunha@fflorestal.sp.gov.br
Visita com agendamento prévio
Horário: de segunda a domingo, das 8h às 17h
Ingresso: Gratuito
Foto: Fundação Florestal.

4. Parque Estadual Serra do Mar – Núcleo Santa Virgínia

Com extensão de 17.500 hectares, a área do Núcleo Santa Virgínia do PESM no Vale do Paraíba, compreende as cidades de São Luiz do Paraitinga, Natividade da Serra, Cunha, Ubatuba e Caraguatatuba. Por conta do relevo acidentado, que favorece a formação de cachoeiras, o núcleo é um dos principais pontos turísticos de São Luiz do Paraitinga e Natividade da Serra. Além disso, dentro dos seus limites, parte da maior porção de florestas intactas do Vale do Paraíba permanece protegida.
Sugestões de passeio: Um das atividades mais procuradas na unidade de conservação é o rafting no Rio Paraibuna, além da Trilha do Pico do Corcovado, Trilha do Poço do Pito, Trilha do Ipiranga, Trilha do Pirapitinga e Trilha do Garcês.
Município: São Luiz do Paraitinga
Rodovia Dr. Oswaldo cruz, km 78 – Alto da Serra
Distância de São Paulo: 208 km
Fones: (12) 3671-9266 / (12) 3833-1230 / (12) 3671-9159
E-mail: pesm.santavirginia@fflorestal.sp.gov.br
Horário: de segunda a domingo, das 8h às 17h
Trilhas: de quarta a domingo, com agendamento prévio
Ingresso: Gratuito
Foto: Fundação Florestal.

5. APA São Francisco Xavier (APASFX)

Antes de tomar o rumo da Serra da Mantiqueira, outra opção é a APA São Francisco Xavier, no distrito do município de São José dos Campos, importante atração do turismo regional. Os principais atributos da APA são seus recursos hídricos, a cultura tropeira e o primata muriqui (Brachyteles arachnoides), considerado o maior macaco das Américas. Possui belíssimas paisagens e cachoeiras características dos ecossistemas da Serra da Mantiqueira.
Sugestões de passeio: Trilha do Mirante ou Pedra da Onça, Pedra do Porquinho e Cachoeira Pedro David.
Município: São José dos Campos – Distrito de São Francisco Xavier
Rua 15 de novembro, nº 1051
Distância de São Paulo: 150 km
Fone: (12) 39261790
e-mail: apa.franciscoxavier@fflorestal.sp.gov.br
Visitação sem restrição
Horário: das 8h às 17h
Ingresso: grátis
Foto: Fundação Florestal.

Guia online

Além das montanhas, outras opções de passeio para o Carnaval podem ser consultadas no Guia de Áreas Protegidas, ferramenta online criada pela SIMA para aproximar a população das áreas verdes do Estado de São Paulo.

3 de mar. de 2012

Trilha Guapimirim – Cachoeira do Garrafão (26 de fevereiro de 2012)

Por sugestão do Alberto, fizemos essa trilha exploratória entre Guapimirim e a cachoeira do Garrafão, localizada bem perto da estrada Rio-Teresópolis.

O caminho mais fácil e usual para a cachoeira, tanto de quem vem por Teresópolis como pelo Rio, é mesmo pela estrada, nas proximidades do posto de gasolina Garrafão (defronte ao Escalavrado). Vindo pelo Rio, ao passar pelo posto, basta seguir adiante por mais 500 metros e entrar num caminho estreito que fica ao lado da Rio-Teresópolis, onde há um ponto de ônibus (a Rio-Teresópolis segue numa curva bem acentuada à esquerda). Já no caminho, entrar à direita, onde começa uma descida e tem um barzinho, e seguir por mais uns 100 metros, onde haverá outro bar, agora do lado esquerdo da estradinha. É só parar nas proximidades desse segundo barzinho que a trilha começa quase ao lado dele, um pouco abaixo. Em menos de 5 minutos, chega-se à cachoeira.

Mas há um caminho mais “hard” para se chegar a essa mesma cachoeira: uma caminhada de 3 horas desde Guapimirim, no pé da serra. É um caminho usado por pilotos de motocross, que utilizam essa (e outras) trilhas na mata para chegar à estrada, partindo de Guapimirim. É um caminho com algumas bifurcações, mas nada muito complexo.

Nosso plano inicial: dormir na casa do Alberto, em Guapimirim, e sair bem cedo para fazer essa trilha (05h00 era o horário previsto).

Assim sendo, saímos eu e o Sandro Shankara (Sandro “Yoga”, para os camelos) da Ilha do Governador em direção à Guapi. O George “Arcanjo” seguiria para lá a partir de Nilópolis. Junto com o Alberto, seríamos os 4 camelos a fazer essa trilha.

Eu e Sandro levamos cerca de 90 minutos para chegar na casa do Alberto, convivendo com tipos pitorescos no ônibus em que estávamos. Pelo menos, ficamos por dentro das últimas novidades do funk carioca, já que uma galerinha que estava no fundo do ônibus, não satisfeita em escutar suas músicas, resolveu compartilhar essa experiência maravilhosa com os demais passageiros, hehe. Que chato quando eles foram embora, hehehehehehe.

Quando chegamos na casa do Alberto, por volta das 20h30min, encontramos o George, que havia chegado há pouco. Saímos (junto com a Ana e a Anninha – respectivamente mulher e filha do Alberto) para comer uma pizza, e a idéia de acordar às 05h00 já tinha sido “abortada” pelo Sandro, hehe. Depois de nos empanturrarmos de pizza, fomos dormir por volta de 01h00 da manhã. Resolvemos relaxar e partir um pouco mais tarde.

Acordamos por volta das 06h00 com o sol nascendo. Arrumamos a bagagem, preparamos os sanduíches, tomamos café e partimos exatamente às 07h00. Dia lindíssimo, paisagem idem. O início da trilha, que segue pelo calçamento da estrada do Limoeiro, é bem plano e tranquilo. Era possível contemplar todos os principais picos da Serra dos Órgãos, e ver também o grande desnível que iríamos enfrentar...

Seguimos direto pela estrada do Limoeiro. Na primeira bifurcação, que fica na altura da entrada do condomínio Alpha II, continuamos seguindo reto (caminho natural da estrada). Em seguida, passamos pela entrada do condomínio Rancho do Limoeiro e, em alguns minutos, chegamos em outra bifurcação. À esquerda, o caminho seguia em direção a algumas casas. À direita, onde iniciava-se uma estradinha de terra estreita e há uma grande pedra, era o nosso caminho. Começava também um trecho de mata. Assim que adentramos nesse caminho, passaram dois motoqueiros à toda e tivemos que sair do caminho porque os caras não param! Nesse mesmo local, papeamos brevemente com um morador de uma casa simples ao lado da trilha e, ao perguntarmos se aquele caminho nos levaria mesmo à cachoeira do Garrafão, ele respondeu: ”chegar até que chega, mas é looooonge...Vocês vão mesmo para lá?” Hehehehehe.

Continuamos na trilha, agora paralelamente a uma cerca que delimitava um condomínio da região.

Fomos seguindo até passarmos ao lado de uma caixa d´água. Nesse local, havia algumas pequenas bifurcações, mas seguimos pelo caminho principal (descendo levemente) até sair da mata e chegar em um trecho pavimentado.



Continuamos subindo (no sentido à esquerda de quem saiu da mata) por alguns poucos minutos e chegamos então em outra bifurcação, onde nosso caminho seguia novamente à esquerda, subindo, entrando novamente na mata. Demos uma pequena parada para beber água, comer algo e falar mal de nossos amigos que não vieram fazer a trilha, hehehehehehe.


De volta à trilha, constatamos, de fato, o início do trecho de subida do caminho. Andamos por uns 20 minutos até chegarmos em um local onde há uma placa do IBAMA, indicando a única possibilidade possível de prosseguir (o caminho antigo está fechado por uma cerca indicando propriedade particular). Essa área foi adicionada recentemente ao Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Entramos pelo portão do IBAMA e prosseguimos.

A partir da entrada com a placa do IBAMA, a trilha fica muito erodida e íngreme. Porém, após alguns minutos, um riacho atravessa a trilha e é um ótimo local para recuperar as energias e descansar um pouco.


Depois do riacho, continuamos subindo até encontrarmos uma enorme árvore caída no meio da trilha, já bem próximo ao início de outro trecho pavimentado e com casas.


Começou aí o trecho mais íngreme de todo o caminho, subimos bastante pelo calçamento até chegarmos em uma estrada mais larga. Nesse ponto, subimos à esquerda, na direção do Dedo de Deus, que já era visível entre as árvores.


Subimos por alguns poucos minutos (e até passamos da entrada da cachoeira, hehe) e paramos em um barzinho, já bem próximo da Rio-Teresópolis, para um pequeno descanso (o sol estava quente pra caramba e já trilhávamos há 3 horas). Pegamos informações com o dono do barzinho, descemos por 5 minutos pelo caminho que havíamos subido antes e finalmente adentramos na pequena trilha que leva à cachoeira.




É uma linda cachoeira, com dois seguimentos de queda. Optamos primeiro por ficar no seguimento que fica mais embaixo - um poço pequeno e raso, mas suficiente para um bom mergulho até a queda d´água.

Depois de algum tempo nos esbaldando na cachoeira, SURPRESA: chegaram a Flávia Baddini e o Zé, amigo dela. Aí mesmo é que o papo animou de vez. Decidimos almoçar todos juntos em Guapimirim, mas antes demos uma passada na parte superior da cachoeira antes de descermos para Guapi.




Eu, Sandro, Alberto e George subimos até a estrada e andamos cerca de 500 metros até o ponto que fica defronte ao posto Garrafão, onde esperamos cerca de meia hora por uma van que nos levasse até Guapimirim. Flávia e Zé iriam nos encontrar lá depois.



Chegando em Guapi, pegamos a Ana e a Anninha e fomos almoçar em um restaurante de comida mineira. Lá, encontramos a Flávia, o Zé e a mãe da Flávia. Em seguida, uma rodada de sorvete na casa do Alberto para aplacar o forte calor e terminar com chave de ouro um dia extraordinário. Como sempre, Alberto e Ana com hospitalidade sem limites.


O tempo todo em contato com gente de alto astral e natureza exuberante. O que mais um camelo pode querer? Hehehehehehe. Um dia fazendo trilha com os camelos, sem dúvida, é um dia de riso garantido.

Beijos e abraços em todos e até a próxima aventura!